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O Despertar da Primavera

O despertar da primavera

Para uns, a juventude é o instante no qual a vida se reveste de poesia e liberdade. Para outros, uma viagem insólita rumo ao desconhecido. É o momento das descobertas, das epifanias, da explosão dos conflitos. Não por acaso, é eterna fonte de inspiração de poetas e escritores. Em 1891, o dramaturgo alemão Frank Wedekind escreveu O Despertar da Primavera, peça que descortinava o universo de um grupo de adolescentes e tocava em temas como o florescer da sexualidade, o incesto, suicídio e a opressão seja na família, no sistema educacional ou na igreja. Mais de um século depois, Duncan Sheik e Steven Sater inseriram o rock´n´roll na vida daqueles jovens e nasceu, em 2006, a versão musical de ‘O Despertar da Primavera’. 

Quase dois anos após a estreia na Broadway, Charles Möeller e Claudio Botelho deram a sua visão sobre o musical, em uma elogiada montagem que arrebatou público e crítica no Rio de Janeiro. A montagem brasileira de ‘O Despertar da Primavera’ conseguiu autorização para ser a primeira non-replica no mundo desde a estreia na Broadway. Isto significa que, usando o mesmo texto e canções do musical, Charles Möeller e Claudio Botelho estão realizando a primeira direção e concepção diferente em tudo das originais. 

O elenco é formado por jovens entre 16 e 26 anos uma das únicas exigências dos criadores originais, para que os personagens não parecessem adultos se passando por adolescentes. A peça conta história de amor de Melchior Gabor, um jovem rebelde que questiona todos dogmas vigentes, e Wendla, uma menina de classe média alta educada sob rígidos princípios morais e religiosos. O encontro dos dois provoca a explosão do desejo, da vontade de conhecer o sexo e o amor. A trajetória deles se cruza com a de vários outros jovens, como o oprimido e trágico Moritz ou a bela Ilse. Todos precisam lutar contra os valores impostos pela sociedade e enfrentar o peso do conservadorismo e da moralidade. 

O Despertar da PrimaveraO Despertar da Primavera é um espetáculo de Charles Möeller e Claudio Botelho, com Malu Rodrigues, Letícia Colin, Pierre Baitelli, Rodrigo Pandolfo, Thiago Amaral, Débora Olivieri, Eduardo Semerjian e grande elenco.

 

 Fonte: https://www.guiasp.com.br

 Estilo Retrô

Com mesinhas de mármore cercadas por cadeiras confortáveis e objetos decorativos de época, alguns bares da região garantem fidelidade de clientela pelo estilo retrô que oferecem.

Em certos casos, o antigo dialoga com o moderno de maneira harmoniosa e garante um ambiente aconchegante e descontraído. Em diferentes cidades, as influências de outras épocas compõem cenários em que a informalidade do passado passa a ser um atrativo a mais para quem gosta de se reunir com os amigos em companhia da cervejinha e um bom prato de petiscos.

No “Mi Casa Su Casa”, barzinho aberto há dois meses em São José dos Campos, as cadeiras é que conferem esse charme de antigamente ao ambiente. “Eu e minha namorada pensamos em fazer um bar em que o retrô estivesse ao lado do moderno. O primeiro passo foi reformar algumas cadeiras antigas da minha avó e garimpar alguns outros móveis antigos em São  Paulo”, disse o proprietário Hélio José Freire Freitas, 21 anos.

Ele conta que amigos o ajudaram na missão de reunir um bom número de cadeiras, com encostos alongados e com estofados macios, que compunham as salas em décadas anteriores.

Depois, com a ajuda de uma amiga que trabalha com tecidos, ele escolheu estampas que se adequassem à proposta e espalhou essa mobília reformada de maneira despojada pelos ambientes disponíveis.

A casa em que foi instalado, como o nome do bar já sugere, era a do próprio dono. “Quando minha avó morreu viemos para cá e as primeiras cadeias que reunimos eram dela. A ideia é manter um visual elegante em que as pessoas se sintam em casa”, disse Freitas.

fonte: https://vpblog5.sianet.com.br/?p=2312

 

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